INESQUECÍVEEEEEEEL! - Ian Somerhalder at Mystic Moon Convention (June 2, 2012)
Faltam 3 dias! (L)


— Odiava você? - ele repetiu, parecendo perplexo. Ele se aproximou e então tocou seu rosto, levemente, apenas as pontas de seus dedos contra sua pele. — Eu te disse que eu não podia dormir. Amanhã à meia-noite nós estaremos quer seja em guerra ou debaixo das regras de Valentine. Esta pode ser a última noite de nossas vidas, certamente a última até mesmo normal. A última noite que nós poderemos ir dormir e se levantar como nós sempre fizemos. E tudo o que eu podia pensar era que eu queria passar ela com você.
Seu coração pulou uma batida. — Jace…
— Eu não quis dizer isso assim, - ele disse. — eu não vou tocar você, não se você não me quiser. Eu sei que é errado – Deus, de todos os tipos de erro – mas eu só quero deitar com você e acordar com você, só uma vez, só uma vez em minha vida. - Havia desespero em sua voz. — É só por esta noite. No grande esquema das coisas, o quanto uma noite pode importar?
Penso no quanto pior será ser fingir que nós não significamos nada um para o outro na frente dos outros depois de nós termos passado a noite juntos, mesmo se tudo que nós fizermos seja dormir. É como ter apenas um pouquinho de uma droga…que apenas faz você querer mais.
Mas esse era o porquê ele tinha dito para ela o que ele tinha, ela percebeu. Por que não era verdade, não para ele; nada havia que pudesse fazer isso pior, apenas como nada havia que poderia fazer isso melhor. O que ele sentia era tão definitivo quanto uma prisão perpétua, e ela podia realmente dizer que isso era tão diferente para ela? E mesmo se ela esperasse que fosse, mesmo se ela esperasse que pudesse algum dia ser persuadida pelo tempo, ou razão, ou desgaste gradual, a não sentir daquele modo mais, isso não importava. Não havia nada que ela tinha desejado em sua vida mais do que ela queria esta noite com Jace.
— Feche as cortinas, antes de você vir para a cama, - ela disse. — Eu não posso dormir com tanta luz no quarto.
O olhar que varreu sobre seu rosto era de pura incredulidade. Ele realmente não tinha esperado que ela dissesse sim, Clary percebeu em surpresa e um momento depois, ele a tinha segurado e a abraçado, seu rosto enterrado em seu cabelo sempre-bagunçado pelo sono.
— Clary…
Ele desamarrou suas botas e passou por sobre elas enquanto ele vinha em direção a cama, e se estendeu muito cuidadosamente ao lado de Clary. Deitando em suas costas, ele virou sua cabeça para olhar para ela. Um pequena luz filtrava dentro do quarto, passando a beira da cortina, apenas o suficiente para ela ver o contorno do rosto dele e o lampejo brilhante de seus olhos.
— Boa noite, Clary. - ele disse.
Suas mãos descansavam planas de cada lado dele, seus braços em seus lados. Ele mal parecia estar respirando; ela não estava certa de que ela mesma estava respirando. Ela deslizou sua própria mão através do lençol, apenas o suficiente para que seus dedos se tocassem – tão levemente que provavelmente ela podia dificilmente ter estado ciente, que ela tinha estado tocando alguém, mas Jace; como estava, as terminações nervosas nas pontas de seus dedos espetavam suavemente, como se ela estivesse segurando eles em cima de uma chama baixa. Ela sentiu ele ficar tenso ao lado dela e então relaxar. Ele tinha fechado seus olhos, e seus cílios lançavam sombras finas contra a curva de suas bochechas. Sua boca curvou em um sorriso como se ele sentisse ela observando ele, e ela se perguntou como ele pareceria de manhã, com seu cabelo bagunçado e olheiras debaixo de seus olhos. Apesar de tudo, o pensamento deu a ela uma sacudida de felicidade. Ela enlaçou seus dedos através dos dele. — Boa noite. - ela sussurrou. Com suas mãos juntas como duas crianças em um conto de fadas, ela caiu no sono ao lado dele no escuro.
Os Instrumentos Mortais: Cidade de Vidro.


